O que há de novidade no mundo das TVs em 2017?(title)

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Convidamos diversas marcas para participar deste Laboratório Do dedo; por decisão estratégica, Sony e Panasonic preferiram não participar. Mas a gente recebeu, testou e comparou três TVs top de traço disponíveis no mercado pátrio. Aparelhos de última geração, grandes e imponentes; certamente o melhor que você vai encontrar nas lojas por cá. Colocamos lado a lado a TV LG OLED 4K de 65 polegadas, a Philips Android TV UHD 4K Série 6800 de 55 polegadas, e a Samsung SHUD 4K Curva KS9000, também de 65 polegadas.

DESIGN

O design da LG mantém a tradição dos seus televisores top de traço, extremo minimalismo que poderia ser resumido porquê uma placa de vidro bastante fina sobre uma base estilizada. A tela praticamente não tem bordas, a não ser por um ligeiro perímetro do próprio vidro do display – é dissemelhante de todos os televisores que a gente já viu por cá. A base metálica é elegante e imponente, além de servir porquê suporte, traz integrado todo o sistema de som da TV e suas conexões.

A Philips é a mais tradicional das três. Com aperfeiçoamento traseiro todo em plástico, o padrão é o mais grosso e robusto quando comparada às suas rivais. A borda metálica perde um pouco o charme de um equipamento top de traço. Na base, os dois suportes simples de metal também não chamaram muita nossa atenção.

A Samsung é a única curva das três; formosa e elegante. As bordas são mínimas e quase imperceptíveis. Ela também é bastante fina, mas ainda um pouco mais espessa do que o padrão da LG que é realmente um vidro de espessura. A base em metal é estilizada em forma de “V” – um design muito mais moderno do que a Philips. A gente sempre concorda que design é questão de palato, mas neste laboratório, na nossa opinião, a LG merece destaque. Dá só uma olhada nos detalhes…. De qualquer jeito, essa decisão fica por sua conta…

Tem coisa que não dá para confrontar, enfim, são exatamente iguais. Cada uma das três TVs traz quatro saídas HDMI, três USB, entradas de áudio analógico e do dedo e vídeo, além da conexão de cabo de rede e Wi-Fi. São todas Smart TVs e prontas para se conectarem à internet – evidente, cada uma com seu sistema operacional e loja de aplicativos.

SISTEMA OPERACIONAL

A Philips é uma Android TV. O sistema operacional do Google tem um ponto bastante possante quando comparado às outras: sua loja de aplicativos – sem incerteza a maior quantidade de apps das três TVs comparadas cá hoje. Por outro lado, ele é o mais simples também. Zero muito sofisticado – é meio quadradão mesmo.

A Samsung aposta na plataforma Tizen desenvolvida pela própria marca. Eles evoluíram bastante seu sistema operacional. O processador de quatro-núcleos embarcado na TV deixa todo o sistema bastante rápido. Cá, você consegue acessar a plataforma Smart sem ter que deixar o que estiver assistindo no momento; e o mais lítico é que quando você volta ao teor que estava assistindo, ele continua lá, pronto para rodar. O uso é bastante intuitivo; um clique e as opções surgem na segmento subordinado da tela, inclusive com algumas recomendações personalizadas. A plataforma da Samsung permite também velejar com buscas por comando de voz feitas diretamente pelo controle remoto.

A LG opera a plataforma WebOS 3.0 – sua última versão. Depois do design super moderno, o sistema operacional faz a diferença nessa TV; não só pela praticidade, facilidade de uso, mas também pela leveza. É o sistema mais rápido dos três testados cá hoje, sem incerteza. Com a função multitarefa dá pra trocar de teor porquê se você estivesse trocando de canais – tudo sem interromper o que já está rolando na tela. Pela experiência de uso e velocidade, essa é uma vitória importante da LG.

CONTROLES REMOTOS

O controle da Philips ainda se assemelha aos antigos tradicionais. Apesar de algumas teclas específicas porquê o chegada direto ao Netflix, por exemplo, o controle não traz muita novidade e também não se preocupa muito com a ergonomia do usuário.

Já o controle da Samsung é muito menor, mais fino e com totalidade ergonomia. Ele é muito mais simples, poucos botões são suficientes para acessar tudo na TV. Além de mais prático, ele ainda traz um microfone encastoado para comandos e buscas por voz; a gente testou e funciona super muito!

Apesar de parecer um controle “generalidade”, o grande diferencial do controle da TV LG é o formato “point and shoot”. Basta indicar para a tela e velejar com o cursor; o formato torna a interação com a TV muito mais simples e intuitiva – é porquê se fosse um mouse na sua tela. O controle também traz suporte para comandos por voz. Sem incerteza, o nosso predilecto entre os três.

ÁUDIO

Apesar de confiar que quem tenha quantia para comprar uma TV top de traço prefira utilizar o som mais envolvente de um home theater, nós também experimentamos e avaliamos o áudio de cada um desses aparelhos. Cá a Samsung levou a pior. O sistema de som 4.1 com tecnologia Dolby Do dedo Plus e 60 watts RMS de potência nominal. Os números não se refletiram na nossa experiência. Testamos escutar diversos videoclipes em subida definição. A qualidade do áudio é ótima, mas praticamente não tem graves que se destaquem. Se formos muito críticos, dá pra proferir até que ficamos com um som meio “enlatado” quando comparado às outras.

É importante sobresair que nossas comparações são a de um usuário generalidade. E todas essas nuances e diferenças, a gente só percebe quando faz o mesmo teste nos três aparelhos. Por assim proferir, antes de partirmos para a próxima, está longe – muito longe – de o sistema de som da TV Samsung ser ruim…

Com exclusivamente 20 watts RMS de potência, apesar de não atingir volumes muito altos, a qualidade do áudio da Philips surpreendeu. É um som extremamente evidente, sem qualquer distorção mesmo quando levamos o volume ao supremo. Gostamos bastante dos graves, muito mais destacados do que o da Samsung.

A assinatura dos falantes do padrão LG é Harman/Kardon. São 40 watts RMS de potência e tecnologia Ultra Surround. E, mais uma vez, a TV sai da curva. Melhor definição de áudio, um som bastante envolvente – que preenche o envolvente, graves, médios e agudos muito muito equilibrados e muito, mas muito mesmo, mais potente que suas rivais.

 IMAGEM

No Laboratório Do dedo, a gente testa e compara os equipamentos porquê usuários comuns – a gente já disse isso, mas é sempre bom lembrar. Já há qualquer tempo, a melhor maneira que encontramos para confrontar a imagem é colocar os aparelhos literalmente lado a lado. Diga-se de passagem, a solução Ultra HD 4K impressiona em todas as TVs. E, porquê sempre, esta é uma conferência bastante difícil de ser feita e decida nos detalhes.

Para nossa avaliação, escolhemos alguns vídeos em qualidade 4K e colocamos todos para rodar simultaneamente em todos os modelos. Nos nossos testes, a qualidade de imagem da Philips ficou inferior das suas concorrentes. A saturação é muito boa, mas a TV deixou muito a desejar no fulgor – o que prejudicou tanto as imagens mais claras quanto as mais escuras. O display de LED da Philips é a única das três sem a função HDR.

A Samsung segue sua aposta na tecnologia de pontos quânticos; os Quantum Dots. Mas do nosso último laboratório para cá, a gente observou uma melhora significativa na tecnologia. Na prática, o que a gente vê é uma imagem mais equilibrada das três, porém o contraste e o fulgor são inferiores. Uma coisa interessante é que nas imagens mais claras, cheias de luz, a TV da Samsung praticamente se equipara à da LG, a não ser pela menor saturação, mas nas imagens com detalhes escuros…

A LG e sua tela de OLED continuam surpreendendo. A tecnologia faz com que o padrão se destaque em praticamente todos os quesitos em relação à imagem; ótimo fulgor, altíssimo contraste, cores vivas e brilhantes e, ainda mais do que as outras, um nível de preto incrível. Na tecnologia OLED, cada pixel se auto ilumina; assim, na hora de exibir a cor preta, os pixels simplesmente se apagam. O resultado são cenas quase hipnotizantes, independente do que você estiver assistindo.

Pode ter certeza, se a gente não fizesse esse tipo de conferência, colocando as TVs uma do lado da outra, seria praticamente impossível chegar nesses detalhes; ainda mais em aparelhos com tamanha solução.

PREÇO

Por se tratar do melhor disponível no mercado pátrio – TVs 4K tops de traço, os preços não são dos mais acessíveis. São todas caras. Ainda assim, a Philips é muito mais em conta que as outras: tem preço sugerido de 5 milénio reais; o preço do padrão da Samsung, no varejo, varia entre 15 e 17 milénio reais; e a mais rostro da nossa lista é a LG (muito mais rostro): o preço sugerido são 30 milénio reais – daria pra comprar seis modelos da Philips. Mas porquê estamos comparando TVs top de traço, o preço não é decisivo na nossa escolha final. Mas pode ser na sua…

CONCLUSÃO

Depois de seguir os detalhes de cada conferência, você já deve imaginar o ranking deste Laboratório de TVs top de traço de 2017. A Philips ficou em terceiro lugar; o grande destaque do aparelho foi o áudio – os graves realmente surpreenderam nossa equipe. A imagem do display de LED 4K é ótima também, mas sofreu um pouco na questão do fulgor. Por término, o Android na TV parece estar um passo detrás da experiência que outros sistemas operacionais já oferecem. É importante lembrar que a Philips custa “só” seis vezes menos que o padrão da LG e quase um terço do preço da Samsung. Para nós, mortais trabalhadores, uma ótima opção top de traço.

A Samsung, com sua tela Ultra HD curva de 65 polegadas, conquistou o segundo lugar na disputa de hoje. A gente gosta do formato curvo; é interessante porquê fica mais confortável testemunhar a TV de diferentes posições no espaço. O padrão é bastante elegante e bonito. Na conferência, a Samsung deixou muito a desejar no quesito áudio. A imagem é, sem incerteza, a mais equilibrada das três – e tem gente que prefere assim. Nossa percepção é que tanto a tecnologia Quantum Dots, da tela, quanto o sistema operacional Tizen, da própria marca, evoluíram bastante de um tempo pra cá. Com um processador potente, é uma TV muito rápida em todas suas funções. E, por término, ela ainda custa só um pouco mais do que a metade do que o padrão da LG.

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E, mais uma vez, com sua tecnologia OLED a LG vence o Laboratório Do dedo deste mês. São 30 milénio reais – isso mesmo, 30 milénio reais. Não é uma TV pra qualquer um! Independente disso, o aparelho sai mesmo da curva em praticamente todos os quesitos quando é comparado fielmente às suas rivais. O controle no formato “point and shoot” parece um mero pormenor – mas só até você testar a facilidade de interagir com a TV assim pela primeira vez. O aúdio Harman/Kardon dispensa comentários. Das três, a LG é a única que poderia dispensar a premência de um home theater; o áudio apresentou muita potência e qualidade nos nossos testes. A plataforma smart da LG, o WebOS (agora na versão 3.0), foi um tiro certeiro da marca – desde sua primeira versão. É um sistema operacional extremamente ligeiro e fácil de usar até por quem nunca experimentou uma TV conectada. E, para fechar, a cereja do bolo é a tecnologia OLED que garante, somado a tudo isso, uma imagem com ótima saturação, cocuruto fulgor, cores vivas e um contraste incomparável.

E você, o que achou das TVs testadas e comparadas nesse Laboratório? Qual seria a sua decisão? Dissemelhante da nossa? E o preço, hein? Agora é com você, participe, deixe seus comentários e até a próxima.

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